Marcelo Caetano

Último chefe do governo do Estado Novo, no poder entre 1968 e 1974. No projeto, Marcelo Caetano surge sobretudo associado à chamada abertura marcelista, contexto em que renascem iniciativas reivindicativas entre professores nos primeiros anos da década de 1970. No enquadramento do projeto, a relevância desta entrada reside em situar o ambiente de transição para a democracia, conflito e pluralismo em que se consolidou o movimento sindical docente. A sua compreensão é útil para perceber como o processo revolucionário afetou as escolas, o trabalho docente e as formas de organização profissional dos professores.